Já passei por coisas que muita gente não deveria ter passado, assisti ruínas que doeram mais em mim do que nas próprias pessoas que se arruinavam, vi pessoas se distanciando e soltei um sonoro: Vai com Deus. Já rezei a Deus para proteger alguém que amo, me desesperei por pessoas fictícias, personagens de livros: sou apaixonada pelo Mr. Darcy. Minha ironia é natural, meu sarcasmo é espontâneo e minha dor é tão real que é palpável. Sou pessoa de verdade, eu sinto, eu choro: e por que não deveria? Passar pela vida sem sentir é seguro, certo, mas te torna vazio. Um mísero boneco sem sentimentos, existindo, sobrevivendo. — Thamy Oliveira
 pretty faces
Conheço algumas pessoas que estariam salvas em um apocalipse zumbi. Até porque zumbis comem cérebros, órgao que essas pessoas não possuem…
— Thamy Oliveira (if-tomorrow-comes)

A privacidade no tempo do Facebook

É um absurdo o que eu tenho que ler diariamente no Facebook. Afora os clichês de menininhas chorando pelo “amor da sua vida” e garotas com reputação duvidosa postando frases de amor ou lições de moral e ética, temos aquelas pessoas que anunciam até (ou quase) sua atividade intestinal na rede social. Não está faltando muito para alguém postar: Nossa, que prisão de ventre! Vou tomar um laxante!

Ao mesmo tempo em que a internet nos permitiu o acesso a notícias interessantíssimas, também facilitou o compartilhamento de novidades fúteis ou completamente inúteis. Diga-me: Que me importa se você está partindo para a academia/escola/faculdade/diabo que te carregue?

Pelo amor de Deus! Privacidade ainda se usa! Aliás, ainda é necessária: algumas coisas não precisam ser postadas/curtidas/compartilhadas. Depois me perguntam por que quase não entro mais no Facebook. Preciso responder? A quantidade de futilidade que eu leio lá me dá vontade de cortar a internet da minha vida. É quando começa a preguiça de conhecer pessoas novas, quando as que estão na sua vida não têm mais nada de interessante a acrescentar.

Sou da geração dos blogs, fotologs e afins, mas isso não significa abrir mão de alguns segredinhos, coisas que só quem participa da minha vida offline sabe e que não vou postar por aí. Sou a favor de um avaliador de posts no Facebook que diga: Você tem CERTEZA de que vai postar essa imbecilidade?

Foi isso o que aconteceu: Nossa geração se tornou estúpida. Os Titãs cantaram: A televisão me deixou burro, muito burro demais. É correto afirmar que o Facebook e a facilidade de expor opiniões irrelevantes me deixou fútil, muito fútil demais?

Quer um conselho? Se você não tem nada de interessante a dizer, vá ler um livro.


Amiguinha, se liga: ninguém quer te copiar. E, se quer, é pra fazer piada.
— Thamy Oliveira (if-tomorrow-comes)

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Um aviso para o próximo babaca que tentar quebrar meu coração: quebro-lhe o pescoço antes.
— Thamy Oliveira (if-tomorrow-comes)

Nem todos os livros de auto-ajuda do mundo vão fazer você se sentir melhor se você continuar enfiando o dedo na ferida. Dói, mas passa. Você ainda vai se lembrar do primeiro babaca que quebrou o seu coração, mas vai ser para fazer piada. Escreve o que eu estou dizendo: você ainda vai rir disso tudo.
— Thamy Oliveira (if-tomorrow-comes)

I don’t understand why people aren’t a little more generous with each other.
— Marilyn Monroe (via missingmarilyn)

É mesmo uma pena saber que nunca vou poder te chamar de “meu”, nós poderíamos ser ótimos juntos.
Thamy Oliveira (if-tomorrow-comes)

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theme por desesperancoso; alguns detalhes por queridasolidão, deslocado e m-4-r-y.